DOCE ROTINA

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

A saga do mosquito

24/04 – sábado
O estômago produz ruídos agudos. Inicia-se o “transporte de cargas”, os resíduos percorrem um longo caminho – 9 metros aproximadamente, enfim encontram o tubo digestivo (a luz no fim do túnel) e pimba! Só pombo é capaz de explicar. Esse processo, durante o dia, repete-se exaustivamente, encontro, afinal, um trono para o meu reinado.
O tempo anoiteceu caloroso. O ar-condicionado trabalha freneticamente. Eu destoo do ambiente: edredom, meias... Efeito da febre que faz companhia ao meu desarranjo intestinal.

25/04 – domingo
As pálpebras pesam, a cabeça pesa, até o cabelo pesa! As juntas doem (sem trocadilhos, por favor), e eu me sinto um ser com articulações de vidro. A coca-cola, doce companheira da boca seca, alivia-me a disenteria, enfim o reinado acabou... Esparramo-me no sofá.
26/04 – segunda-feira
Os músculos doem. Mais uma dose de Paracetamol e vou à luta. Chego ao trabalho, a fadiga me toma. Fim de alistamento eleitoral, horário estendido em prol do brasileiro que deixou tudo para a última hora... Resisto. O cansaço aumenta. Desisto. Vou ao hospital amparado por uma amiga, e descubro que não sou a única a sofrer desse mal. Nesta situação embaraçosa há apenas uma solução fatal e muito penosa: Soro na veia.
27/04 – terça-feira
Recebo o resultado: Dengue.
O mosquito me derrubou.
Moral da história: Limpem o quintal, PORRA!!!!

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